terça-feira, 16 de agosto de 2011

A CURA DO CANCER PELO AVELOZ

171Euphorbia-tirucalli-Avelos





obs: Não sou autora destas informações, apenas transcrevo-as

Parte usada: Látex retirado dos ramos

Propriedades terapêuticas:
Antiasmática,
anticarcinogênica,
antiespasmódica,
antibiótica,
antibacteriana,
antivirótica,
fungicida
expectorante

Princípios ativos: Hidrocarbonetos terpênicos e aldeídos.

Indicações terapêuticas: Tumores cancerosos e pré-cancerosos.

Propriedades químicas :
Óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, látex, goma tirucalli, ésteres de forbol e ingenano ésteres de ingenol, 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22) (4E)-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3, 3’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico; eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina e tirucalol.

Indicações:
Na medicina alternativa é usado o suco (látex) leitoso cáustico, de efeito irritante na pele e aos olhos porém o seu suco dissolvido em água é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.
Pesquisadores americanos já se interessaram pelo aveloz e descobriram propriedades contra o carcinoma maligno, como complemento de outros procedimentos médicos.

Veja um resumo de depoimento no "Livro da Família", 1994, páginas 170 e 171, sobre o efeito do aveloz em pacientes com câncer:
Adeus câncer? Antes de mais nada, quero deixar bem claro que nunca desautorizo a medicina. Não me intrometo onde não posso, pois não sou médico. Apenas por acaso descobri esta planta para minha cura de fístula que, parece, está também dando certo com pessoas que sofrem de câncer.
Observando mais de 200 pessoas que tomaram o aveloz pude tirar algumas conclusões:
Pessoas que sofrem de câncer podem tomar até três gotas de seiva do aveloz contra o câncer, diariamente.
Tomar uma gota de cada vez em três vezes ao dia, em meio copo de leite, após as refeições. Assim se garante uma ação contínua.
Tomar a seiva pura faculta uma cura mais rápida, mas deve-se continuar o tratamento até três meses após o desaparecimento dos sintomas. E mesmo depois voltar ao tratamento de vez em quando, por uns dois anos.
Continuar o controle médico. Só ele pode declarar uma cura definitiva.
Quando começou a propaganda do aveloz? "Eu, pessoalmente, sofria de uma fístula pleural durante quase cinco anos. Uma cirurgia seria perigosa, segundo alguns médicos. Achavam que eu deveria conviver com este incômodo até o fim da vida. Saía muito pus. Um dia me lembrei de usar o aveloz. Deu certo. Em apenas três semanas a fístula desapareceu. Isto já faz ano e meio. Continuo bem...
Vejamos o efeito do aveloz em duas pessoas:
Uma senhora sofria de câncer das mamas. O uso do aveloz fez desaparecer totalmente todos os nódulos em apenas duas semanas. Ela estava sob observação médica, que constatou câncer. Após um ano de desaparecimento dos sintomas de câncer, voltaram os nódulos. Voltou a tomar aveloz. E novamente ficou sem os sintomas. Deverá tomar o aveloz durante mais tempo.
Outra senhora estava condenada à morte com câncer generalizado dos intestinos. Os médicos lhe davam no máximo dois meses de vida. Tomou o aveloz. E hoje está trabalhando no normalmente, com boa saúde. A cura foi em maio de 1992. Ela se sente bem. Não sente mais nada da doença. Aguardamos algum tempo para poder falar de uma cura definitiva.
Poderia mencionar ainda muitos casos de pessoas doentes de câncer que tomaram o aveloz e não sentem mais nada. Todos os sintomas desaparecem.
Toxicidade
Por ser altamente cáustico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar até uma hemorragia.

http://olharglobal.net/2008/10/23/avels-esperana-brasileira-no-combate-ao-cncer/



Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. Provavelmente seja a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose — uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou aoG1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, caso não haja a regressão, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
Sem apressar conclusões
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores– em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às farmácias, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito de estar ainda na fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.


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